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  3. Constelação e Tarô: uma perspectiva diferente

Certa vez uma paciente se queixou de “arrotar” sua felicidade na cara das pessoas. Ela vinha sentindo vergonha disso. Selecionei cartas da corte do tarô e pedi que ela observasse a que, simbolicamente, representaria seu momento quando se comporta dessa maneira. Ela pegou o Príncipe de Copas, justo ele, cuja sombra habita certa vaidade e instabilidade emocional. A sessão se aprofundou a partir da leitura desse arquétipo.


Outra vez, recebi uma mãe que queria constelar com a sua filha. A jovem tinha dúvidas se moraria com ela ou sozinha em outra cidade. No grupo, solicitei que a menina escolhesse uma representante para ela e a tirasse da sala. Depois, ela escolheu um representante para cada cidade e trouxemos a sua representante, sem saber de nada, para sentir qual a melhor escolha. Definitivamente, era morar sozinha, coisa que ela mesma confirmou neste dia e temia conversar sobre o assunto com a mãe. Foi uma sessão emocionante e imagino que divisora de águas para a relação delas.


É dessa forma simbólica e exploratória que utilizo essas ferramentas de forma complementar nas minhas sessões com os pacientes. Distante de misticismos e pensamentos mágicos. Mais próximo da análise e reflexão. 


E é assim, também, que busco ensinar essas técnicas, para que outros profissionais as utilize com responsabilidade e ética. Você já conhece os meus cursos? Clique aqui para conferir!

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